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-Qual a potência ideal para um amplificador valvulado?

-Uma dúvida recorrente de muitos músicos é sobre a potência do amplificador de 18w, 30w, 50w, 100w, afinal  qual a potência ideal?!?!.

-A equação é simples e vou tentar tratar o tema de  forma bem humorada e coloquial….

-Pensem no ambiente como um “recipiente”, o som é o liquido, seu amplificador é um dos responsavéis por encher este recipiente, porém você tem outros caras tocando(enchendo o ambiente com seus sons), então você tem que pensar em não afogar os outros músicos com seu som. e também em não transbordar e afogar o publico do boteco, sua apresentação tem que ser marcante pelo talento e não por ser algo desagradavel…

-Já dizia o profeta “sonorizus surdus maximus:” Lembre-se.. Agua demais mata e na quantidade certa faz bem e refresca.

-Usando essa lógica, 100w é agua demais pra um ambiente como um boteco e 30w é agua suficiente que refresca a sede de boa música…

-Vamos ao ping pong!

 

1-Sou baixista, qual é a potencia ideal pra mim?

Resp-Um dos grandes desafios do áudio é empurrar as frequências graves com clareza a maior distancia possível, frequências agudas são mais facilmente ouvidas(lembra das sirenes?), frequências graves precisam de mais potência, é por esse motivo que os amplificadores de baixo  em sua maioria tem 500, 800w, no caso dos valvulados, o ideal é a partir de 150watts, assim você terá potência suficiente e  clareza pra tocar em cima de toda banda, um bom amp de baixo toca 40hz com facilidade.

2-Eu tinha um amplificador transistorizado de 100w, mas tenho ai impressão que o amplificador de 18w valvulado é mais alto, por que??

-O ouvido humano, capta melhor o som e harmônicos(pares) que a valvulas produzem, é por isso que o som delas é tão agradavel e percebido por nossos ouvidos e melhor processado por nosso cerebro, dai você tem essa impressão de potência maior e som mais agradavel nos amplificadores valvulados..

2-Sou guitarrista e vou tocar no Rock in Rio e meu baterista é o Igor Cavalera ou o Dave Lombardo, qual o amp ideal?

Resp-Compre um Amplificador valvulado de 100w e ligue num cabinet 4 x 12.

Obs:-Não é porque seu ídolo usa um de 100w, que você deve usar, ele usa pela necessidade, já que em palcos gigantes não existem paredes pra conter e reverberar o som.

3-Sou guitarrista e toco em botecos e preciso de muito som limpo pra usar pedais etc… e quero mínimo de saturação de power?

Resp--Compra de 50w, um Tclean resolve sua vida.

4-Toco em botecos, estúdios de ensaio e curto aquela saturação de power dos amps valvulados, não quero ficar surdo ou ser expulso da banda ou do boteco??

Resp--Vai de 50, 30w ou 18w sem medo, depende tambem do estilo, tenha em mente que quanto maior a potência mais head room(som limpo você terá), geralmente amps de 30w pra cima, atentem bem quem precisa de som clean, pra tocar com banda.

5-Outra dúvida que os iniciantes da guitarra sempre tem, é sobre 1×12, 2x 12 ou 4 x 12, qual delas escolher??

Resp- Quanto mais falantes, maior será a percepção de graves e pressão acústica, mas vale a pena pensar em algumas “coisinhas”:

-Você tem um roadie, a caixa cabe no seu carro, você não está levando um canhão, pra uma briga de bar?!?!.

-Vale também lembrar  que uma banda é um conjunto de 3 ou mais elementos e você não pode tocar muito alto ao lado de seus parceiros, você NÃO irá ouvi-los e a dinâmica no palco vai pra casa do chapéu e chegará uma hora que ficará insuportável(geralmente logo após o primeiro acorde) kkk.

-Então pequeno gafanhoto…Tenha em mente que amplificador de guitarra é para te dar timbre, dinâmica, inspiração e potência suficiente pra você tocar no nivel da banda.

-Já o que seu público ouvirá, é com o P.A (Public Adress)!

-Quem te disser o contrário, nunca tocou profissionalmente e talvez nem toque, ou apenas quer se afirmar pela potência do amplificador..

Ps:-Se ainda está na dúvida, conversa com um MÚSICO profissional, alguém de experiência comprovada, alguém que você já viu tocando de verdade, não ouça um manjão de internet..

-Experiência e maturidade são importantes, mas bom senso é a cereja de qualquer bolo em qualquer situação da vida..

Abraço.

TMiranda

Quando a energia faz mal... Pedais e amplificadores valvulados.

-Quando a energia faz mal.

A ideia deste pequeno artigo surgiu de uma conversa  com o guitarrista André Christovan, sobre os problemas com a mudança de  timbre de valvulados, em cidades diferentes, por causa das variações de tensão nas mesmas.o.

As variações de tensão, em nosso Brasil varonil, constitui uma das principais causas de defeito em aparelhos eletroeletrônicos e principalmente em equipamentos valvulados, pois elas reduzem em muito a vida útil das válvulas.

Em muitos casos existem variações num mesmo lugar e tomada, Um bom Ex: é  acidade de São Paulo durante o dia, as vezes fica em 119v, a noite com o acender das luzes, bares e tudo mais, em muitos lugares da cidade, existe uma queda pra 110v, saiba que no Brasil as tensões podem variar de 110 volts até 135 volts de uma cidade para a outra e isso pode ser letal para seu amplificador valvulado,existem cidades que  a concessionárias diz que na tomada saem 220 volts e já encontramos 246.

-Vou explicar o acontece com seu amplificador nestes casos:

Existe um detalhe importante chamado “fator de transformação”que nada mais é que a relação entre cada volt que entra e sai de um transformador de força ou alimentação.

-Exemplo:Um transformado de Fender Twin reverb. Que foi desenvolvido para receber 110 volts e sair 335 volts- se dividirmos 335/110=3,045 volts, então o fator de transformação seria 3,045 volts.

Os 335 volts após a retificação ( transformação da tensão alternada em continua)  neste processo  multiplicamos cada volt que sai do transformador por 1.4 = 469 volts circulando no circuito de seu Twin reverb.

-Então vamos imaginar que sua tomada sai 127 volts para um pequeno calculo.

127*3.045 =386 volts

Os 386 volts após a retificação (transformação da tensão alternada em continua) que é multiplicada por 1.4 = 540 volts circulando no circuito de seu Twin reverb.

Estamos falando de 71 volts a mais.

Os capacitores de um twin são projetados para 500 volts e pouquíssimas válvulas resistem a essa voltagem 540 volts.

 

-O que fazer????

-Existe um aparelho muito usado em gigs profissionais, que viajam por ai pegando todo tipo de porcaria de voltagens, é chamado de Variac, é um investimento relativamente barato.

Com ele você regula a tensão que vai pro seu amp e seu setup sei que muitos técnicos vão me xingar, mas esse pequeno investimento vai reduzir em muito seus problemas, com manutenção de equipamentos, um variac tem entrada de 220volts e pode regular a saída da voltagem entre 1 até 250 volts ac.

-.O que vamos precisar?

-Se você costuma tocar na mesma cidade não precisa de nada, mas é bom dar uma olhada com um técnico se seu amplificador está com tensão demais e com o “bias” bem regulado, se você toca muito com sua banda por ai, a coisa já muda de figura.

Um pequeno investimento pode diminuir muito seus problemas, aconselho ter um multímetro ou voltímetro digital barato, o custo é cerca de 30 reais, um variac tem tensão de entrada de 220 volts, então se sua tomada é 110v convém ter um autotransformador de 110/220 volts também.

-Que variac e autotransformador comprar??

-Com um variac de 12 ampères você alimenta seu amplificador de 100 watts, já no de 50w, 8 ampères é mais que suficiente, o transformador de tensão tem que ter a mesma amperagem ou superior.

Eu uso em minha oficina um deste modelo TDGC2-3 de 3KVA 12A  que é suficiente para amps de 100w  até 200watts,  se seu amp tem de 10w a 50 watts, um Variac de 8 ampères resolve e o transformador de 110/220volts também tem que ter a mesma amperagem ou superior.

-O calculo de variação de tensão, serve para qualquer aparelho de seu setup (pedais, amps etc..) também é muito comum, testar fontes de pedais que eram pra sair 9 volts e já achei 16 volts.

 

Abraço

T.Miranda

www.tmiranda.com

 

Perguntas Técnicas Sobre Amplificadores

1 – Como são construídos os amplificadores valvulados T. Miranda.

Nós utilizamos dois sistemas de fabricação, o com placa de fibra de vidro (P.C. I.) e o circuito ponto a ponto no power dos amplificadores, pois é onde o amp sofre com a temperatura das válvulas de saída, fizemos um vídeo sobre esse tema PTP vs PCB.

2 – Qual o melhor tipo de amplificador valvulado? PCB (placa de circuito impresso) ou PTP (ponto a ponto)

Então veja, o que determina a qualidade de uma bom amplificador valvulado, são vários fatores e a combinação deles, mas 60% é a qualidade sonora fica a cargo do transformador de saída, ele é a alma do amp, se ele não é bom, de nada adianta todo o resto, e saber enrolar um bom transformador de saída é uma ciência, desde o calculo escolha do fio, liga do ferro, bobina, numero de camadas papel, , impregnação etc…

3 – Sobre o transformador de saída de um amplificador valvulado.

Vários construtores usam trafos de genéricos, Nós projetamos nossos conjuntos de  transformadores de maneira especifica e de acordo com o amplificador que vai usá-lo e acredite faz muita diferença na performance de cada aparelho, somos adeptos da velha guarda, não usamos trafos toroidais, não é possível que toda uma geração esteja errada, os trafos de ferro, tem mais ataque e definição das freqüências o amplificador não soa “Fofo”.

Muitos fabricantes usam transformadores genéricos, em amplificadores seus, o que não é uma boa prática, ex: se você usa um transformador desenhado em um circuito Fender num Marshall ele irá funcionar, mas não vai tocar as sutilezas sonoras, deste tipo de amp.

Eddie Van Halen, cita em uma determinada entrevista sobre o famoso som do Álbum Balance e que seu famoso Plexi já não tinha o mesmo som, pois havia trocado o transformador de saída, que queimou devido ao desgaste de anos de uso, ele (Eddie Van Halen) “em vão” vinha usando as ditas melhores substituições do mercado, já desesperado encontrou um técnico dinarmaquês que se propôs reconstruir seu Plexi usando o trafo antigo da Drake (fábrica dos transformadores originais que equipavam os amplificadores clássicos da Marshall), ele  feliz da vida nos conta que o técnico conseguiu o som original, e relatou que  o problema era o transformador de saída e pode finalmente usar o seu velho Plexi na gravação do CD “Balance” , na minha  humilde opinião é seu último grande Brownsound , registrado em CD pelo Van Halen. (matéria retirada da revista Cover Guitarra  nº 53)

Obs.:Os transformadores de saída, choke e força, tem tanta ou mais importância que os pickups de sua guitarra, quantas variações de sons de humbucker e single coils você conhece?

Para muitas pessoas se o núcleo do transformador de saída é de G.O. (Grão Orientado) ou G.N.O. (Grão Não Orientado) esses fatores citados acima são bobagem, mas não se pode culpá-los pois o ouvido e percepção musical deles só ouviu até ali, é nessa hora que se diferencia o músico experiente que conhece dinâmica, freqüências, attack etc… Enfim sabe timbrar o instrumento.

PCB ou PTP?

Sobre a forma de construção do circuito, se você vai escolher um amplificador simples, e eu digo simples mesmo tipo Fender Black Face , Marshall Plexi, Vox AC15, Fender Bassman, pode escolher o requinte circuito PTP, pois são poucos componentes, mas um amplificador com dois ou 3 canais, loop de efeitos reverb, acredite é bem melhor a organização de um circuito PCB (placa de circuito impresso), você vai ter mais estabilidade e menos ruído, afinal será uma quantidade menor de fios se cruzando.

4 – Quais são os componentes utilizados na fabricação de amplificados T. Miranda

Nossos amplificadores, usam válvulas selecionadas, capacitores , resistores, soquetes importados, chassis com liga especial anti-ruido, placa de fibra de vidro, gabinete de madeira, alto falantes Eminence, ao gosto do cliente,  tank de  reverb Accutronics.

Em todos os amplificadores T. Miranda o Power é PTP (ponto a ponto) pois é a parte que sofre, com sobrecarga e calor gerada pelas válvulas de saída.

Um forte abraço!

T. Miranda

 

Ps.Todos os nomes de produtos são marcas registradas dos seus respectivos proprietários e não têm qualquer relação com a T. Miranda. T. Miranda não se responsabiliza por informações incompletas ou inacuradas a respeito destas marcas.

Perguntas Técnicas Sobre Pedais

 

1 – Os pedais T. Miranda são clones?

Eles não são clones.

2 – Os pedais T. Miranda são complacentes com as diretivas  Rohs e WEEE?

Em conformidade com as diretivas WEEE (Waste Electrical and Electronic Equipment) e Rohs (Restriction of Hazardous Substances) que visam banir do mercado Europeu e mundial produtos que que não possam ser reciclados e contenham na sua fabricação, ligas de chumbo e outras substâncias nocivas a saúde e meio ambiente, .Nós da T. Miranda só utilizamos na nossa cadeia de produção componentes eletrônicos (Solda “liga Sn3,9Ag0,6Cu”, capacitores(Pb free and RoHS complient), resistores , trimmers, trimpots, circuitos integrados, chaves, diodos, potenciômetros) de fabricantes e fornecedores  que se enquadrem e sejam certificados pelos órgãos  legais e laboratórios (UL) credenciados como cumpridores das normalizações e exigências  das diretivas  WEEE e Rohs .

Substâncias proibidas e proporções a serem respeitadas por fabricantes de eletro-eletrônicos:

*Cadmium   <100 ppm

*Plomb        <1000 ppm

*Mercure   <1000ppm

*Chrome  6 (hexavalent)  <1000 ppm

*Polybrominated biphenyls , Polybrominated  diphenyl ethers: retardateurs de flamme bromés

*PBB + PBDE    < 1000 ppm

Obs.Os componentes utilizados e certificados são:

resistores (metal film) . capacitores de poliéster e tântalo  potenciômetros de 16mm, usamos solda (liga Sn3,9Ag0,6Cu) especial com baixo ponto de fusão na soldagem dos terminais da chave 3pdt (vida útil de cerca de 5 a 8 anos), DC Jack 2.1mm , Jacks Switchcraft 111 .

I.C.S. ( Jrc4558dd , mn3007, sad512, sad1024 selecionados)

Transistores casados .

Caixas em aço 1,5mm de espessura ou alumínio proporcionando isolamento perfeito contra interferências e ruído 0

3 – Como são fabricados os pedais e amplificadores T. Miranda?

Todos os pedais são e amplificadores são fabricados artesanalmente.

4 –  O que é um equipamento Custom (Guitarra , Pedal ou Amplificador)?

São equipamentos desenvolvidos para atender as necessidades especiais de cada músico, muitas vezes são feitos a mão. No caso dos amplificadores geralmente são fabricados com circuito ponto a ponto .

5 –  O que é um pedal true bypass?

Nós sabemos que o sinal da guitarra sofre consideráveis perdas no caminho ( pedais , racks ,cabos ) até que chegue ao amplificador. Visando resolver este problema , o sistema true bypass foi desenvolvido para que o sinal da guitarra ou baixo chegue ao amplificador sem interferências no volume ou impedância dos pickups que geralmente são causadas pelos buffers dos pedais pedaleiras ou racks.

6 – Qual a diferença entre os sistemas buffer , bypass e True bypass?

Os buffers são muito usados por empresas como Boss , Ibanez,  Tech 21 NYC , Jim Dunlop, etc. Consistem em ter um circuito em paralelo ao efeito. Quando desligamos o efeito, o sinal do instrumento automaticamente passa pelo buffer.

O bypass utiliza uma chave que coloca a entrada do efeito em curto com o sinal limpo, isso acarreta uma queda na impedância e volume dos pickups (som velado). A queda é sensível a medida que se aumenta o número de pedais. Esse sistema

é muito difundido por empresas como a Marshall, Jim Dunlop (Cry Baby), MXR,Electro Harmonix etc.

No sistema true bypass o sinal limpo e efeito são separados quando a chave de bypass é acionada. Neste sistema é possível colocar vários pedais em série , e mesmo assim manter o som original da guitarra como se estivesse plugada direto no amplificador.

Esse com certeza esse é o sistema que não prejudica o som natural do instrumento.

Nós da T.Miranda utilizamos o sistema true bypass em todos os nossos pedais.

7 – Qual é a diferença sonora entre o sistema switching (Bob Bradshaw) e pedais com sistemas true bypass?

O sistema criado pelo Bob Bradshaw é usado para dar bypass em racks e pedais com buffers, mas ele não resolve o problema interno dentro destes aparelhos, este sistema é muito prático quando o guitarrista precisa de um som pronto tipo chorus,delay e reverb.Um pedal true bypass não precisa de sistemas como o switch system para evitar perdas de sinal.

8 – Onde posso comprar pedais T. Miranda Custom Effects?

Entre em contato conosco pelo nosso e-mail pedalcustom@hotmail.com

Obs.Todos os nomes de produtos são marcas registradas dos seus respectivos proprietários e não têm qualquer relação com a T.Miranda. A T.Miranda não se responsabiliza por informações incompletas ou inacuradas a respeito destas marcas..

Ps.Todos os nomes de produtos são marcas registradas dos seus respectivos proprietários e não têm qualquer relação com a T. Miranda.T. Miranda não se responsabiliza por informações incompletas ou inacuradas a respeito destas marcas. 

Simuladores vs Pedais e Tube Amps

-Quantos de vocês já tocaram ou testaram um “Mark 4 ou Heart Breaker” da Mesa Boogie, “Twin Reverb ou Deluxe Reverb Blackface” da Fender, ou um “Vox Matchless” ou ainda o “Plexi” da Marshall?

A mesma pergunta eu faço sobre os pedais de efeitos e guitarras clássicas.

De certo que a resposta seria 1 entre 500 guitarristas, sendo que este mesmo guitarrista deve ter trabalhado em uma boa loja de instrumentos musicais de New York ou Londres.

Foi apostando nesta idéia que surgiram os simuladores de amps e pedais de efeito.

Eu, em virtude das profissões de músico e técnico em eletrônica  tive e tenho convivência direta com muitos destes equipamentos, pois consertei muitos dos melhores e piores amps e efeitos já fabricados e posso afirmar categoricamente que os tais simuladores de amps e pedais efeito não  fazem  30% do que prometem, outro fato importante e que os nossos queridos fabricantes não comentam ou distorcem na mídia é sobre a utilização de componentes SMD (Superficial Monting Device) na construção de simuladores de pedais efeito e amplificadores modernos, estes componentes comprometem o som e performance destes aparelhos.

“Preparem-se, vêm aí os pedais, amps e simuladores que recebem e-mails e pagam contas. O fim se aproxima – T. Miranda cap.51; versículo 50.

Obs.. SMD é um referência utilizada para definir sub miniaturas de componentes que conseguem ser reduzidos em  5 ou 10 vezes o seu tamanho convencional, esta tecnologia surgiu para atender a industria da informática e telecomunicações, porque assim seria possível reduzir proporcionalmente o tamanho dos equipamentos, coisa que vemos hoje em dia aplicadas em  mp4 players, câmeras digitais etc… o que acontece é que o “SMD” tem uma performance musical inferior aos componentes tradicionais.

Ex: o famoso chip jrc4558 (vide documento técnico), que em formato ou encapusulamento tradicional  produz 800 Milli Watts de som, na revolucionária versão smd produz míseros 250 M.Watts.

Instruções: clique no documento técnico, procure nele por “Absolute maximum ratings” na coluna ratings que mede as performances nos formatos SMD e tradicional você vai ver as diferença entre os formatos “SSop8” SMD e o formato sip8 tradicional.

Traduzindo isto?

Na versão que utiliza componentes SMD, seu pedal ou amplificador ou simulador amplifica menos vezes o sinal de entrada do pickup da guitarra e tem menos graves e médios ou eles estão presentes, mas com meia hora de uso se tornam menos definidos, o som fica ardido e muito agudo. Outra vantagem dos componentes normais em relação ao SMD é na hora da manutenção porque os componentes tradicionais são de fácil remoção e repararação no circuito defeituoso, já o SMD é difícil se remover e reduz em muito a vida útil do aparelho, a placa mãe de seu computador é construída com SMD, quantas vezes você acha que ela suporta manutenção?

 

-Experiência e maturidade são importantes.

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Amplificadores e a Potência ideal

Amplificadores e a Potência ideal

Uma dúvida recorrente:

-Miranda estou em dúvida entre um amplificador de 18w, 30w, 50w, 100w?!?!.

A equação é simples.

Vai tocar no Rock in rio e seu baterista é o Igor Cavalera ou o Dave Lombardo?

Compre um de 100w.

Obs.:Não é porque seu ídolo usa um de 100w, que você deve usar, ele usa pela necessidade, já que em palcos gigantes não existem paredes pra conter e reverberar o som.

Vai tocar em botecos e precisa de muito som limpo pra usar pedais etc. e quer o mínimo de saturação de power?

Compra de 50w, um Tclean resolve sua vida.

Vai tocar em botecos estúdio e tudo mais, e curte aquela saturação de power dos amps valvulados, sem ficar surdo ou ser expulso da banda ou do boteco??

Vai de 30w ou 18w.

Lembre que uma banda é um conjunto de 3 ou mais elementos, você não pode tocar muito alto ao lado de seus parceiros!

Você não vai ouvi-los, a dinâmica do palco vai pra casa do chapéu e chega uma hora que fica insuportável.

Amplificador de guitarra é pra dar timbre, potência é com o P.A (Public Adress), quem te disser o contrário nunca tocou profissionalmente e talvez nem toque, ou apenas quer se afirmar pela potência do amplificador

Dica: Se tá na dúvida, converse com um MÚSICO com experiência comprovada, alguém que você já viu tocando de verdade.

-Experiência e maturidade são importantes.

Tudo o que você queria perguntar ao T.Miranda

Leia até o fim…

 

Tudo o que você queria perguntar ao T. Miranda

 1 – Porque mudamos as caixas dos pedais?

Como nossos pedais não são clones e não usamos componentes SMD, as caixas antigas “importadas da Hammond Canadense, eram pequenas, e tínhamos muita dificuldade em acomodar o circuito, pois que muitas vezes era grande, para a caixa que tinha um tamanho padrão era uma verdadeira complicação, então partimos para caixas maiores de aço carbono, assim o circuito ficou melhor acomodado.

No começo não tínhamos a intenção de virar a empresa que somos hoje, fomos empurrados a isso, a coisa surgiu de forma natural, tínhamos idéias que agradavam, pois os músicos encontravam um sonoridade própria em nossos produtos, por assim dizer, como tudo, fomos melhorando e ainda estamos melhorando, nada é perfeito, muito menos nós.

Estamos melhorando!!!!

2 – Porque usar resina epóxi no pedal ou cola quente?

Uma das maiores polêmicas, é uma pena mas essa idéia da resina epóxi, não partiu da T.Miranda, mas de empresas como a Tech 21, Fulltone, Xotic, Dumble e várias outras, que tinha idéias “originais” , afinal porque um clonador colocaria resina no circuito, se é de domínio publico, foi baixado pela internet vai proteger o que?

Ora senão vejamos: Se o Fulltone OCD de R$800,00 tem a resina epóxi e eu não sei quem criou o projeto mas esse video, deixa dúvidas sobre quem é o pai da criança, Eu acredito que as cópias vendidas por ai como Fulltone OCD sejam na verdade do Danelectro Co-1 “R$160 e é true bypass”  já que o OCD tem a resina e o Danelectro não..

Tirem suas conclusões.

“Na minha humilde opinião tão fazendo macumba com caldo Knor, para economizar o frango“.

O que existe são vários esquemas e layouts circulando pela internet, feitos por hobbistas, com versões aproximadas em dedução, você acham que na terra dos direitos autorais (tio Sam), alguém ia colocar na internet, a obra de alguém que é protegida por patente industrial, sem ser processado em alguns milhões?

Alguns pedais e amps já tem a patente liberada, como Tube Screamer, Plexi etc.

Outro exemplo é o Sansamp, que sempre aparece em nossa oficina com algum defeito, nele existe um núcleo todo de resina, e a parte que você vê tem os capacitores apagados, ao solicitar o esquema a Tech 21, eles sempre negam, perguntei porque eles negam mandar o esquema, se está na internet, eles respondem, que o da internet, não é nem 60% o do pedal deles o procedimento é solicitar um circuito novo junto a distribuidora, tenho os e-mails, não posto por questão profissional.

Algumas dessas empresas, mas só algumas quando partiram para distribuição mundial abdicam da resina, por causa dos contratos, afinal o distribuidor quer facilidade na hora da manutenção nós mesmos, já tivemos várias propostas para distribuição de nossos pedais, envolvendo isso como termo contratual, sei do que falo.

Toda idéia original tem que ser protegida de alguma forma, há muito tempo no Brasil não se respeita patentes de nada, optamos por também proteger nossos circuitos dessa forma, se um determinado pedal apresenta defeito, nós resolvemos, não existe qualquer cliente que venha nos procurar, que não tenha seu problema sanado, porém detectamos alguns “hand-clientes makers” comprando nossos pedais para copiar, rs.. Pasmem mas existe!

O suposto “cliente” compra o pedal mas antes pergunta de todas as formas se é clone, se parece com que outro pedal, finalmente compra e no outro dia abre, ai nos escreve e pergunta porque a resina epóxi..

Pergunta: Afinal, ele vai tocar, ou olhar o circuito? O cara desmonta a guitarra, no primeiro dia que compra pra ver por dentro? rasga a bola antes da pelada?

3 – Polêmica da cola quente.

Outra idéia pratica que também não é nossa a cola quente é usada por várias outras empresas famosas como Fender, Mesa, Vox, a função dela é evitar a vibração de um fio ou componente (capacitor da fonte de alimentação) que protege você, isso mesmo! Você músico de receber uma descarga letal de 500v. Você queria um capacitor ou fio com essa tensão sambando, dentro do aparelho? Acredita que só a solda segura?

Já ouviu falar em solda fria? Sabe que ela existe nas melhores famílias?

Você já teve o desprazer de ver um amplificador voando no bagageiro de um avião ou caminhão de transportadora?

Se você tem um Fender Twin-Reverb Reissue, pode na próxima manutenção pedir a seu técnico pra ele te mostrar a cola quente usada para isolar o fios de alta-tensão na placa de circuito impresso, vi isso algumas vezes durante um conserto…

4 – Os pedais são caros.

Admitimos que nossos pedais estão fora, do escopo do Brasil, mas isso é fácil de explicar e entender, se pensarmos que existe uma sonoridade própria um projeto próprio, tudo isso detectado por nossos clientes é só ler os depoimentos, são pedais pintados, com silkscreen verniz bi-componente (não é papel, não é etiqueta) usamos placas de fibra de vidro em nossos pedais e amplificadores, não as placas de fenolite que custam 80% menos (verdadeiras porcarias, pegam umidade, dão muita solda fria, chega a dar mofo, e muita oxidação) as vezes confundem placas verdes com placas de fenolite, o verde é do acabamento,  todas as nossas placas de fibra de vidro e recebem um banho de verniz especifico (mascara verde) para circuito impresso, que é um produto caríssimo cerca de R$150 reais, ele evita umidade e oxidação.

Como saber se seus pedais usam fibra de vidro? Pegando na placa e fibra de vidro você descobre fácil, é muito, muito mais resistente que o fenolite e muito mais caro também..

Nossos circuitos são todos desenhados por nós, as placas são todas feitas por nós, não terceirizamos nada, é tudo 100% hand-made in T.Miranda, pois pensamos que se começamos a terceirizar, estaríamos adotando a mesma política das mega-empresas, que investem no bonito e barato, esquecendo do som.

Todos os  pedais T.Miranda  são realmente true bypass usando essa chave que custa cerca de R$30,00 (nenhum pedal nosso quebrou uma chave de acionamento), isso porque não usamos essa outra chave que custa R$5,00  pois a mecânica dela é frágil, só atua bem em loops, onde o trabalho, de chaveamento é feito por um relé, ela não é confiável em pedais pois as vezes você pisa e o efeito não entra.

Obs.Quando não se fabrica clones, é possível se permitir essas coisas, realmente investir em algo bem feito, esses detalhes não buscamos oferecer o mais barato, quando se é leigo não presta atenção nisto, só  no preço.

Pergunta: “Se a copia do TS808 é melhor do que o original, então porque a cópia é mais barata do que o original?”  Então pense… Porque  um clone mais barato?

Avalie essas informações acima e some com as debaixo.

A – Por que usa placas de fenolite, e chave de 5 reais etc….

B – Porque não se investe nada para desenvolver o circuito.

C – Porque se usassem chaves de 30 reais, e placas de fibra de vidro, chips mn3005 (custa cerca de 80 reais) só um dos chips para um bom delay, ou chips jrc4558d etc, etc, pedais pintados, com verniz bi-componente, eles teriam que cobrar mais caro, muito mais caro..

D – Porque se cobrar o preço de mercado, o outro concorrente “Hand Made Clonador” na rua ao lado, se não for na casa ao lado, vai  cobrar menos, é sempre o mesmo critério.

E – O mercado está saturado de empresas clonando pedais, sem modificações relevantes etc…

F – Quem cobra menos é o mais querido, o mais justo…

G – Quantas cópias de Strato ou Les paul tem no mercado, conhece aquelas lindonas feitas com a sobra do pó de serra prensado, existem boas cópias porém essas não são baratas.

Antes de comprar um clone, busque um vídeo ou teste do original e o suposto “clone” lado a lado ou peça para ver o pedal que foi clonado aberto, pra verificar se o cara conferiu os componentes ou é mais um baixado da net é curioso mais não lembro de ver a foto de alguns pedais da moda com original sem resina mostrando todo circuito , só mesmo esses esquemas feitos por hobistas, é muito comum em nossa oficina pessoas insatisfeitas por terem investido em alguns clones, se decepcionam ao comparar com o original…

É claro que existem bons profissionais, mas tenha a cautela de fazer um teste original x clone, e prestem atenção nos detalhes (chaves, placas, tipo de acabamento).

Abrir os ouvidos é o melhor guia para um bom músico, todo o resto é conversa fiada, de alguém que você não sabe se toca, se é técnico ou  se é bom no que faz.

A internet consegue tornar uma criança que leu algumas revistas em um expert cheio de opiniões, ainda acredito que ouvir uma guitarra ou baixo plugado tocando é muito mais relevante que várias palavras.

No final é isso que importa, ninguém no público liga para a cor do seu pedal, a cor do seu amp, e sim do som que sai deles.

A construção (peças) pode influenciar na durabilidade de um pedal ou amp, mas não é tão relevante quanto ao som, um Tube Scream montado de forma grosseira, usando os mesmos componentes (falo idênticos ao original) vai soar da mesma maneira, mas a onda da T.Miranda ainda é a busca do som perfeito e diferente!

Abraço a todos!

TMiranda